Edivan G. Caires, Bacharel em Direito
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Edivan G. Caires

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Edivan G. Caires, Bacharel em Direito
Edivan G. Caires
Comentário · há 3 anos
Não há golpe algum, isso é só discurso para tirar a atenção da militância dos verdadeiros motivos do impeachment, que é a Lava Jato e o golpe que a Dilma aplicou nas eleições, escondendo o rombo nas contas pública (pedaladas). É isso que vai ficar registrado na história.
Inclusive, só a seguinte frase do texto acima já diz isso: "Não saber dialogar com o eleitorado é um grande problema para o governo e explica porque não conseguiu mais adesão às manifestações contra o impeachment e, com isso, fazer pressão sobre o Congresso para evitar a aprovação do processo."
Assim, se o comentarista reconhece que a Dilma e o PT não tiveram capacidade de aglutinar a população contra o impeachment, é porque ele reconhece que está havendo uma discussão no Congresso Nacional sobre o tema. Ora! Democracia é isso. O assunto foi colocado em pauta de discussão e votação, e a Dilma foi afastada para ser processada.
O que ela queria? Não ofereceu outra saída. Não tinha proposta para sair da crise. Ela só queria aplicar mais do mesmo, ou seja, mais dinheiro nosso desperdiçado, a caminho de Cuba, da Venezuela, de El Salvador, da Nicarágua, de países da África, etc.
Então, esqueçam essa estória boba de golpe. Isso ainda vai dar problema para os políticos do PT com a Justiça, porque vai contra as instituições brasileiras. O partido precisa saber perder, ainda porque um dos principais argumentos da Dilma e do PT é justamente a defesa da democracia, devido ela ter sido eleita (54 milhões de votos divididos com o Temer).
Assim, se o PT preza tanto a democracia como dizem os seus integrantes, as atitudes destes precisam ser mais republicanas, aceitando as decisões das instituições, coisa que parece não acontecer. Porque se o PT não aceitar as decisões das instituições, é contraditório eles falarem em democracia. Que democracia eles querem então? Será que é a mesma que existe na Venezuela?
Movimentos contrários de forças políticas não é golpe, é perda de apoio político, por falta de consistência e ações governamentais positivas de quem está no poder, capazes de aglutinar o apoio da população. Tudo que a Dilma perdeu. Perdeu PT!
Por outro lado, já está provado que sem o investidor e o empresário não há o emprego para os pobres viverem dignamente, sem necessitarem das esmolas do Estado. Portanto, é claro como o sol do meio dia que precisamos sim de um Estado mínimo. O Estado só deve cuidar dos serviços básicos da população e da fiscalização das empresas prestadoras desses serviços.
Quem trabalha e tem forças para isso não se interessa pelo Estado, quer apenas ter um bom emprego e chance de progredir, e do Estado quer apenas ruas e estradas perfeitas para se locomover, alem de serviços básicos prestados por empresas competentes a preço justo.
Se o Estado mata a livre iniciativa com impostos, taxas e burocracia, ou simplesmente a proíbe, e espanta quem investe na produção, passa a existir apenas o Estado comandado por uma casta corrupta, que impõe a opressão à população para não perder o poder. Isso está mais do que provado. Isso afugenta os empregadores (ricos), e todos perdem a chance de terem uma vida abastada um dia também, passando a existir só uma horda de dependentes do Estado. É o que está ocorrendo atualmente na Venezuela.
Essa estória de socialismo não funciona, porque por mais boas intenções que tenha quem assuma o poder (e de bem intencionados o inferno está cheio), ele se corrompe, pela simples razão de que não há o respeito ao império da Lei com o dinheiro público, que é usado inicialmente por eles "em benefício da causa" (se é do povo, e eu represento o povo, então eu faço o que bem entender com o dinheiro em benefício do povo, ou seja, o dinheiro público passa a ser meu), mas a médio prazo estará instituída uma casta corrupta e opressora, que não pensará mais nos interesses da população, só em permanecer no poder, custe o que custar.
Portanto, está mais do que provado que com todas as imperfeições que ainda exista, ainda não inventaram outro regime político melhor do que a democracia republicana, ou seja, o governo feito por representantes eleitos pelo povo, administrando dinheiro público sob o império da lei.

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